por Richard Spence
(2008)
Em seu caminho através dos desertos da Mongólia em 1921, o escritor e refugiado polaco Ferdinand Ossendowski testemunhou um comportamento estranho por parte de seus guias mongóis. Parando seus camelos no meio do nada, eles começaram a rezar com grande seriedade enquanto um estranho silêncio caía sobre os animais e tudo ao redor. Os mongóis mais tarde explicaram que este ritual tinha lugar sempre que “o Rei do Mundo em seu palácio subterrâneo reza e averigua o destino de toda a gente sobre a Terra” [1].
De diversos lamas Ossendowski aprendeu que este Rei do Mundo era governante de um reino misterioso mas supostamente muito real: Agharti. Em Agharti, disseram-lhe, “os doutos panditas (mestres de artes e ciências budistas) escrevem em tabuletas de pedra toda a ciência do nosso planeta e dos outros mundos” [2]. Qualquer um que tivesse acesso ao reino subterrâneo teria acesso a um conhecimento incrível, e poder.

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